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É blógico!
Queima, Jesus!

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Camilla, 14 anos, 19/12, mente em constante mudança, gostos musicais manipulados pela MTV, cinéfila estágio 1 (compulsividade por filmes, mas ainda consegue achar outras coisas mais divertidas), simpática depois de perder a timidez e se sentir a vontade com a pessoa, gerando grande admiração pelo chamado samba de verdade (pagode, não!), viciada em um tal de pirulito POP que deixa sua língua vermelha, sempre apaixonada (nem que seja pela vida), assiste Malhação pra depois criticar o desempenho dos atores, gosta de teatro mas nunca mais foi a um, interessada pelo desconhecido e arrependida, por causa do medo.
Não tem medo da morte e a aguarda pacientemente... Enquanto ela não vem, vamos viver a vida!
PS.: Gista de PS e através dele pede sua vista aos blogs CríticaZ e Queima, Jesus!, dos quais faz parte.

 

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Lá Longe
Lá longe, corre um pensamento, uma idéia, um desejo? Mas quão longe fica esse lugar onde todos os sonhos são possíveis. Diário virtual de uma garota maluca, totalmente indecisa e inteligente.




__________________Quinta-feira, Janeiro 29, 2004_

Cara, posso morrer feliz agora!

Eu sou o Jô Soares!


Que gordo famoso você é?



(êta, felicidade!)


deixado aqui por Millinha Rolim [1:41 PM]





__________________Sexta-feira, Janeiro 23, 2004_

*Combinação Perfeita*
Bisbilhotando os blogs, como sempre. Descobrindo alguns chatos, se perdendo em outros interessantíssimos.
Concentrada até o último fio de cabelo no computador. Até ouvir a chuva cair.
Não. Eu nunca tinha realmente reparado na chuva. Mas essa me surpeendeu de certo modo porque ela não começou tímida. Já nasceu avassaladora. Forte, feroz.
E eu adoro fúria.
Quando senti que as gotas eram grossas e caíam com força do céu, não hesitei em colocar minha cabeça para fora da janela e, sem medo, molhar meu cabelo trançado.
O som da água batendo no asfalto também era magnífico. Algo como pequenas explosões confortadoras. Algo como senti aquelas gotas caindo em meu corpo.
Lá embaixo, pessoas correndo, tentando se esconder da chuva que eu estava apreciando. Não pude ver ninguém que se sentia igual a mim nem nas ruas, nem nas casas, nem em outro lugar.
Senti-me dona de toda aquela água. Alegre, por perceber que uma simples chuva pode fazer nossa vida mais feliz.
Voltei ao computador.
Me perdi num texto maravilhoso sobre a saga do primeiro beijo...
Pensando bem agora... HUMM! Deve ser bom beijar na chuva, não?


deixado aqui por Millinha Rolim [11:07 AM]