Segunda-feira, Junho 21, 2004

Embalada pelo clima musical do post que eu to escrevendo pro CríticaZ...
Confesso. Pela primeira vez na minha vida fui correr atrás de uma música no Lyrics que tava no TopList. Mas, apesar disso, não me envergonho. Sabe a minha é realmente bonita. Como eu li em algum blog, a declaração da própria cantora sobre a música: "É uma declaração de amor sem a palavra amor."
E, sei lá, quando eu a escutei pela primeira vez, nem gostei.
Na segunda também não, pop demais.
Mas só da terceira em diante fui reparar na letra.
E, realmente, bonitinha demais.
Tão apaixonada.
Duh. Tô apaixonada.
Quem não sabia...

E não, não vou falar o nome da música.

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Ah, o chilique passou. Daqui a pouco, quando for postar a crítica, ponho os links no lugar de volta.

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Adoro essa sua cara de sono e o timbre da sua voz que fica me dizendo coisas tão malucas.

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Só pra ser feliz. Acabo de me lembrar dum episódio muito do tosco envolvendo a minha pessoa, a pessoa do meu irmão, a Daniella Cicarelli e a tevê do quarto do meu irmão.
Programa de perguntas e respostas.
Praia e tudo bonitinho.

Daniella Cicarelli: Qual o nome do filme estreado por Sandy&Jr.?
Mina da equipe verde: Acquaria
Meu irmão, do outro lado da tela: Pô, mai num era AQUÁRIO??

E eu sei que foi engraçado. Não precisa me dizer.

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Tá, eu ia colocar um texto aqui, mas desisti. Acho que coloco em outro post. Baboseira demais prum dia só...


Caleidoscópio Auditivo: Megalomanic - Incubus

Suspirado por mim às 4:51 PM




Terça-feira, Junho 15, 2004

Ah, quer saber? Tirei os links. É, tirei memo. Vou ficar digitando tudo isso não.

E quer saber? Vai lá no CríticaZ se quiser saber os blogs que eu gosto e pá.

E vá se danar. Tô de saco cheio do mundo e essa cólica só piora tudo.

E cadê ele?

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NHÁ, NHÁ, NHÁ. Não.

Eu não tenho o dom e não posso me dar ao luxo de escrever postículos.

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Quê??? Vai querer me contrariar agora?

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Dói.

Suspirado por mim às 4:36 PM




Sexta-feira, Junho 11, 2004

*rotineiro*

Havia várias coisas naquela casa. Mas as que mais se destacavam naquele momento eram duas: a cama manchada de sangue e a tevê na sala. A filha na cama, o pai assistindo a tevê.
Depois de algum tempo, o pai foi ver como estava a filha. Ainda ousou ver como ela estava.
Ele foi ao quarto. E lá estava ela. Linda, doce, meiga, sensual. Características conseqüentes de sua puberdade. Ao vê-la lá ele não pode resistir. Foi beijá-la.
Quando tocou-lhe a face com os lábios sentiu salgado, sabor estranho. "Lágrimas". Ele já tinha sentido aquele gosto antes. Ao beijar a face da filha novamente, pode perceber que ela estava gélida.
Ligou a luz. Gélida e salgada. Pálida. Olhar fixo, culpando quem a olhasse. Estilete na mão.
O sangue na cama tinha aumentado.
O pesar do pai, diminuído.
"Menos uma pra sustentar. Vagabunda. Amanhã te enterro."
Cuspiu-lhe a face.
"Mais uma pra te assombrar, paizinho..."

*****


Adoro as coisas que eu escrevo quando choro. Só não gosto de chorar.

*****


E isso lá é texto pra se escrever na véspera do Dia dos Namorados?
Não?
.
..
...
....
.....
É.
Foda-se.


Caleidoscópio Auditivo.:. David Gray - The Other Side (te espero do outro lado. sempre.)

Suspirado por mim às 4:32 PM




Sábado, Junho 05, 2004

*children...*

Eu tenho um professor que é hipnotizado por crianças.
Ele nos dá aulas às quartas e sextas, mas o dia em que se parece mostrar outra pessoa é na sexta. As nossas aulas são justo no horário do lanche dos pequeninos.
Ele sempre fica brincando com as crianças, enchendo o saco delas, pedindo (e conseguindo) lanche, se divertindo demais.
Por um instante ele parece esquecer toda a racionalidade que a álgebra implica e que começa a viver em outro mundo. Naquele onde é muito simples, muito lindo, muito colorido.
Hoje foi prova dele e, nesse momento, ele olha pra fora da sala. Ele provavelmente está vendo as crianças lanchando, trocando figurinhas, discutindo entre si sobre quem tem a lancheira mais bonita, etc., etc., etc.
Eu admiro essa inocência das crianças. E me parece que ele aprecia isso muito mais que eu.
É mais que perceptível que ele acaba virando uma criança quando está perto delas.
E isso sim é mais que admirável...

*****


Esse texto foi culpa do sorriso simpático que ele me lançou depois de olhar as criancinhas e que eu fui obrigada a retribuir.
Esse é o bom da felicidade: se apodera de nós mais rápido que percebamos.

*****


Pena que com a tristeza é a mesma coisa.

*****


Mas que bão que eu to FILIZZZZZ.

=DDDDDDDDD

*****


Ouvindo a Sacha conversando comigo no telefone. =P
E ela fala bastante... e eu adoro isso!

*****


É. Eu tenho uma amiga chamada Sacha. E nada de piadinhas imbecis sobre a Xuxa. ¬¬


Suspirado por mim às 5:15 PM




Quarta-feira, Junho 02, 2004

*chove chuva, chove sem parar...*

Chuva fina cai por aqui. Cai como sempre, como em toda tardezinha paulistana. Adoro esse clima instável de Sampa, parece comigo. Já usei essa última frase como nick do msn, mas troquei. Sacomé. Instabilidade...

Não sei porque, mas ultimamente tenho tido muita relação com a chuva. Quando a vejo caindo, uma felicidade momentânea decide tomar conta de mim. Não sorrio pro mundo, mas sorrio pra mim mesma um sorriso envergonhado, sorriso de estranhamento, sorriso de simples e pura alegria.

A chuva continua caindo e eu não hesito nem um pouco em ir para alguma janela e sentir as gotinhas na minha mão. Tá, essa chuva daqui tem cheiro de enxofre, de fábrica, tem cheiro de concreto, de população, de amontoamento. Mas ainda é chuva e ainda representa, em toda a sua profundidade, pureza.

Também gosto da chuva porque ela traz boas lembranças. Sabe aqueles momentos em que você está com alguém especial e algo simples demais acontece e marca na sua memória? Então. Foi o que aconteceu e sempre acontece comigo. Tenho essa propensão a guardar as pequenas coisas e acabar e esquecendo das consideradas grandiosas.

Enfim. Eu estava com ele na chuva. Tomei chuva com ele, tentei me proteger no mesmo guarda-chuva que ele, mas nem adiantou. Quando eu o conheci, tava chovendo. E agora, que tá tudo tão lindo, essa chuva me ajuda a lembrar de tudo o que passou.

Adoro isso.

As lembranças me perseguem sempre. Mas não acho que isso seja ruim.

De forma alguma.



Ah. A chuva parou de cair...


Suspirado por mim às 3:54 PM




perfil

Camilla, 14 anos, 19/12, mente em constante mudança, gostos musicais manipulados pela MTV, cinéfila estágio 1 (compulsividade por filmes, mas ainda consegue achar outras coisas mais divertidas), simpática depois de perder a timidez e se sentir a vontade com a pessoa, gerando grande admiração pelo chamado samba de verdade (pagode, não!), viciada em um tal de pirulito POP que deixa sua língua vermelha, sempre apaixonada (nem que seja pela vida), assiste Malhação pra depois criticar o desempenho dos atores, gosta de teatro mas nunca mais foi a um, interessada pelo desconhecido e arrependida, por causa do medo.
Não tem medo da morte e a aguarda pacientemente... Enquanto ela não vem, vamos viver a vida! PS.: Gosta de PS e através dele pede sua vista aos blogs CríticaZ e Queima, Jesus!, dos quais faz parte.
Issequê --> 175334693 Êmiéciêni --> millinharolim@hotmail.com




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